Planejar onde investir em 2026 exige mais do que acompanhar manchetes econômicas. Em um cenário de transição do ciclo de juros, reorganização do crescimento global e maior complexidade nos mercados, decisões patrimoniais bem-sucedidas passam, necessariamente, por análise, estratégia e acompanhamento profissional.
Com base nas análises do Research do BTG Pactual e na experiência prática da Kaza Capital na gestão de portfólios, reunimos neste artigo os principais vetores que devem orientar as decisões de investimento ao longo de 2026.
O que é o relatório “Onde Investir em 2026” e por que ele importa?
O relatório Onde Investir em 2026 é um dos principais materiais estratégicos produzidos pelo Research do BTG Pactual. Ele consolida análises macroeconômicas, cenários prospectivos e recomendações para diferentes classes de ativos, no Brasil e no exterior.
Mais do que indicar ativos específicos, o relatório oferece direcionamento de alocação, considerando variáveis como juros, inflação, crescimento econômico, dinâmica fiscal, tendências globais e o comportamento dos fluxos de capital.
- Trajetória de juros e inflação;
- Crescimento econômico;
- Dinâmica fiscal;
- Tendências globais e setoriais;
- Fluxos de capital.
Na Kaza Capital, esse conteúdo é utilizado como base técnica, somado à personalização de estratégias conforme o perfil, os objetivos e o horizonte de cada investidor.
Cenário econômico brasileiro: transição e seletividade
O ano de 2025 foi marcado por uma política monetária restritiva no Brasil, com juros elevados para controle inflacionário. Esse movimento impactou o ritmo da atividade econômica, especialmente em setores mais sensíveis ao crédito.
- Crescimento econômico moderado;
- Inflação mais ancorada;
- Início gradual de cortes na taxa Selic.
Esse ambiente favorece ativos que se beneficiam do fechamento da curva de juros e exige maior seletividade na tomada de risco.
Quer estruturar sua carteira para o novo ciclo econômico?
Cenário internacional: mais previsibilidade, menos assimetria
O ambiente global inicia 2026 com maior previsibilidade macroeconômica. Estados Unidos em flexibilização monetária, Europa com inflação controlada e crescimento moderado e China focada na demanda interna reforçam a importância da diversificação internacional.
Renda fixa: oportunidade na transição do ciclo de juros
A renda fixa volta a ocupar papel central nas carteiras em 2026. Títulos prefixados de curto e médio prazo ganham atratividade, enquanto o crédito privado exige foco em emissores de alta qualidade, garantias sólidas e previsibilidade de caixa.
Ações: resiliência e geração de caixa
No Brasil, setores como habitação popular e energia se destacam pela previsibilidade de receitas. No exterior, empresas globais de tecnologia concentram oportunidades ligadas à automação e inteligência artificial.
Fundos de investimento e previdência
Fundos multimercados, estratégias flexíveis em renda variável e fundos previdenciários ganham espaço em 2026, combinando diversificação, gestão ativa e benefícios fiscais.
Investimentos no exterior
A dolarização de parte do patrimônio segue como instrumento de proteção, diversificação cambial e acesso a mercados mais maduros.
Criptoativos: amadurecimento e seletividade
Com maior regulação e presença institucional, os criptoativos entram em 2026 mais maduros. A alocação deve ser criteriosa, proporcional ao perfil do investidor e com visão de longo prazo.
Conclusão: estratégia é mais importante do que previsões
Investir bem em 2026 não é sobre acertar movimentos de curto prazo, mas estar bem posicionado para diferentes cenários. Estratégia, disciplina e acompanhamento profissional seguem como os principais diferenciais.
Invista com quem transforma informação em estratégia.
Disclaimer: Este material tem caráter exclusivamente informativo e não constitui oferta, recomendação ou solicitação de compra ou venda de ativos financeiros. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. Investimentos envolvem riscos e podem resultar em perdas patrimoniais. A Kaza Capital atua como escritório credenciado ao BTG Pactual, e as decisões de investimento devem considerar o perfil, os objetivos e a situação financeira de cada investidor.